Imperatriz Doces Finos, Doces de Pelotas, Pelotas / Rio Grande do Sul

Delivery de Doces

Imperatriz Doces Finos, Doces de Pelotas, Pelotas / Rio Grande do Sul

Delivery Imperatriz Doces Finos

Enquanto isso em um grupo por aí vai rolar aquele cafezinho gostoso cheio de doces da Imperatriz.. ☕️⁣

📌Você também pode retirar sua caixinha aqui na loja de segunda à sábado das 10H as 18H.⁣

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Obrigada pela preocupação e compreensão.⁣

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Doces Histórias: Camafeu a Jóia tornou-se Doce

A Palavra Camafeu origina-se do Latim Cammaeus, que significa pedra entalhada ou esculpida.

O Doce Camafeu foi inspirado em uma jóia de pedra semi preciosa em tom cinza, com duas camadas de cores diferentes, numa das quais apresenta uma figura em relevo, usada como pingente. O doce simboliza fielmente a jóia, o enfeite de nozes remetendo ao relevo esculpido na pedra e sua cor acinzentada a pedra utilizada.

Camafeu surgiu por volta do ano 300 a.C, em Alexandria no Egito, produzido a partir de pedras como ágata, sardônica e ônix. Os Camafeus vinham com imagens lapidadas de deuses, figuras femininas e cenas mitológicas.

Entre os séculos XV e XIX tornou-se um objeto de decoração por pessoas nobres da Europa sendo utilizados como adornos para roupas e vasos. A Rainha Vitória da Inglaterra ditou moda entre as mulheres da época utilizando-os em uma fita em volta do pescoço. O Imperador francês Napoleão I foi outra figura histórica apaixonada pelos Camafeus, e chegou a fundar em Paris uma escola para ensinar a arte de produção de Camafeus a jovens aprendizes.

Os camafeus também eram utilizados por homens em Elmos, Peitorais de Armaduras e punhos de espada, bem como broches e anéis.

Há dúvida sobre a origem do doce, alguns defendem a idéia deste doce ser Árabe e outros dizem ser Português, no entanto ele é considerado aqui no Brasil como um doce português. Esta dúvida ocorre pois Portugal foi dominado por Árabes em 711 a 1492 ou seja por quase 800 anos e isto gerou uma forte influência cultural árabe no país. Pode-se dizer que é um Doce Português com fortes influências Árabes.

Atualmente o Doce Camafeu é considerado um doce fino e tradicional presente em muitas festas e casamentos.

Visite nossa loja no Mercado Central e venha conhecer este doce delicioso!

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Imperatriz Doces Finos

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Fonte:

https://pt.wikipedia.org

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26ª Fenadoce começa nesta quarta, 30 de maio

26ª Fenadoce começa nesta quarta, 30 de maio

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Inicia nesta quarta-feira, 30, a 26ª edição da Feira Nacional do Doce (Fenadoce), que se estende até o dia 17 de junho em Pelotas/RS. Entre as áreas e atrações da Fenadoce 2018  estão a tradicional Cidade do Doce, com cerca de 42 docerias e mais de 200 tipos de doces; o Espaço Arte do Doce, em homenagem a cultura doceira; a Multifeira e Festival de Moda, com tudo em moda e artesanato; Quatro Shows Nacionais; Estância Princesa do Sul, com shows e danças tradicionalistas; Praça de Alimentação com 14 lancherias e 04 restaurantes; Parque de Diversões; Feira de Agricultura Familiar com 62 estandes; Fenadoce Cultural, com 747 apresentações artísticas locais; Festival de Gastronomia e um Ciclo de Negócios.

Neste ano a feira é representada pela Corte 2018 formada pela rainha Sara Carolina Silva Dias, 22 anos, e as princesas Júlia Moura de La Rocha, 22 anos, e Laura Feijó da Silva, 18 anos. Na edição de 2017 a Fenadoce recebeu 281 mil visitantes e ultrapassou 2 milhões e 200 mil doces vendidos. Anualmente, o impacto da feira se estende a toda região, com impacto no comércio e rede hoteleira, gerando 2 mil empregos diretos, 1.500 indiretos e R$ 32 milhões em negócios.

 

Fonte: Reverso Comunicação Integrada

Tradições Doceiras de Pelotas (RS) é reconhecida como Patrimônio Imaterial do Brasil

Tradições Doceiras de Pelotas (RS) é reconhecida como Patrimônio Imaterial do Brasil

 

Durante a 88ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, as Tradições Doceiras da Região de Pelotas e Antiga Pelotas (Arroio do Padre, Capão do Leão, Morro Redondo, Turuçu) foram reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil. A decisão foi tomada, por unanimidade, pelo Conselho Consultivo que se reuniu na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília.

O registro das Tradições Doceiras tem por finalidade reconhecer e valorizar bens de natureza imaterial em seu processo dinâmico de evolução, possibilitando uma apreensão do contexto pretérito e presente dessas manifestações em suas diferentes versões.

Histórico
O pedido de Registro da Produção de Doces Tradicionais Pelotenses resultou do interesse da Câmara de Dirigentes Lojistas de Pelotas – CDL e da Secretaria de Cultura de Pelotas em promover e valorizar a produção de doces como referência cultural da região. Naquele contexto, em uma articulação com o Iphan, Programa Monumenta e a Universidade Federal de Pelotas-UFPel, foi possível realizar um inventário que buscou documentar a trajetória do bem cultural, sua ocorrência e os sentidos a ele atribuídos pelos detentores. O Inventário Nacional de Referências Culturais – INRC Produção de Doces Tradicionais Pelotenses, realizado no período de 2006 a 2008, ficou a cargo do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, e o produto dessa extensa pesquisa foi a ampliação do conhecimento sobre a dinâmica sociocultural em que as tradições doceiras se construíram, se transmitiram e se ressignificaram na região de Pelotas e Antiga Pelotas. O pedido de Registro, embasado pelo INRC, foi considerado pertinente pela Câmara Setorial do Patrimônio Imaterial em sua 17ª Reunião.

Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Conselho que avalia os processos de tombamento e registro é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, antropologia, arquitetura e urbanismo, sociologia, história e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros, que representam o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), a Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), o Ministério da Educação, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro dos Museus (Ibram), o Ministério do Meio Ambiente, Ministérios das Cidades, e mais 13 representantes da sociedade civil, com especial conhecimento nos campos de atuação do Iphan. Na ocasião da 88ª Reunião, a nova composição do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural foi apresentada e o antropólogo Roque Laraia se despediu de suas atividades como conselheiro, após 13 anos de atuação como representante da sociedade civil e, posteriormente, da ABA. Ele foi relator de importantes processos de Registro, como o Ofício das Baianas de Acarajé e o da Cachoeira de Iauaretê – Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri.

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan

comunicacao@iphan.gov.br
Fernanda Pereira – fernanda.pereira@iphan.gov.br
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
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Doceiras recebem certificado do INPI

Em cerimônia festiva no Salão Nobre do Paço Municipal , realizada no inicio da noite de quarta-feira (30), a Associação dos Produtores de Doces de Pelotas recebeu outorga do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) , que garante o Selo de Indicação de Procedência geográfica aos doces produzidos pelos 16 empresários doceiros de Pelotas que compõem a Associação.
A outorga, que visa proteger e assegurar a tradição da doçaria pelotense, foi entregue pela coordenadora geral de Indicações Geográficas e Registros do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Suzana Serrão à presidente da Associação dos Produtores de Doces de Pelotas, Maria Helena Jeske.
Na oportunidade, o prefeito Adolfo Antonio Fetter discorreu sobre o crescimento e evolução no reconhecimento da qualidade da produção tradicional da doçaria de Pelotas. Fetter ressaltou a importância da iniciativa da realização da Fenadoce, observando que teve como mentor o empresário Wilson Veiga Pereira, conhecido pela grande maioria da população como Wilson do Otto, falecido em julho último. O gestor lembrou que a iniciativa da realização da Feira Nacional do Doce, grande responsável por levar o nome de Pelotas para todo o país e perpetuar Pelotas como Capital Nacional do Doce, teve como embrião um seminário, promovido em 1985, época que atuava como vereador, e que a partir deste, que contou com a participação de empresários tanto do ramo doceiro quanto do trade turístico, citando como exemplo o empresário hoteleiro Samir Curi, a Festa foi criada pelo então prefeito Bernardo Olavo de Souza.
“Este momento é um tributo a ‘Terra do Doce”. É algo que já era nosso, assim como a Fenadoce, que nos proporcionou um espaço nacional, visibilidade, crescimento, geração de emprego, surgiu de nós para nós. Este reconhecimento é mais uma vitória de Pelotas, faz jus à qualidade dos nossos produtos e evita possíveis imitações do uso indevido da marca”, assinalou Fetter.
O prefeito acrescentou, ainda, ao discorrer sobre o crescente reconhecimento da doçaria tradicional de Pelotas, coroada também na ocasião, que há seis anos, por iniciativa da primeira dama de Pelotas, e então deputada estadual Leila Fetter (PP), a Assembleia Legislativa Gaúcha aprovou Projeto de Lei da parlamentar, que tornou os doces de Pelotas “Patrimônio Cultural do Estado”.
O ato de outorga contou com a presença dos empresários e empresárias que integram a Associação, imprensa, do presidente do Legislativo Pelotense, vereador Eduardo Leite, da Corte da Fenadoce e convidados, que além de prestigiar o ato de outorga, foram recepcionados ao som da musicista Glória Majer e contaram com a degustação dos tradicionais doces de Pelotas confeccionados pelos outorgados.
Fonte
http://www.pelotas.com.br/noticia/noticia.htm?codnoticia=29020

Doces de Pelotas serão debatidos no México

A Identificação Geográfica (IG) do Doce de Pelotas começa a trazer novas perspectivas para o tradicional produto da cidade. Nesta quinta e sexta-feira (29 e 30), a presidente da Associação dos Produtores de Doces de Pelotas, Maria Helena Jeske, participará em Guadalajara, no México, da 5ª Assembleia Geral OriGIn, um evento realizado a cada dois anos, que reúne produtores com IG de todo o mundo para discutir assuntos comuns. Neste mesmo período e local, ocorre a Conferência Internacional sobre Tendências em IG, organizado pelo Conselho Regulador da Tequila (CRT), junto com a Organização Internacional de Indicação Geográfica (OriGIn).

Parte do projeto aprovado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nos níveis nacional e estadual para a Associação, a participação da presidente na 5ª OriGIn já estava prevista, explica a gerente da Regional Sul em Pelotas, Rosâni Ribeiro. Além de projetar internacionalmente o doce de Pelotas, a presença de Maria Helena no evento resultará em informações que serão repassadas posteriormente aos produtores locais sobre a utilização do IG em diferentes países, complementa Rosâni. Em outros temas, estará em debate a questão da falsificação de produtos IG.

Doces Imperial agora é Imperatriz Doces Finos

Prezados Clientes
A Doces Imperial passa nesta data a se chamar Imperatriz Doces Finos.
Informamos que procedemos a troca no nome fantasia da nossa fábrica para efetivarmos o registro junto ao INPI. Tornando a Imperatriz Doces Finos uma marca exclusiva, valorizando ainda mais nossos doces que são apreciados em todo o Brasil a mais de 14 anos.
Estamos trabalhando para em breve conquistar o selo de identificação geográfica o que irá atribuir mais qualidade na fabricação dos Doces Tradicionais de Pelotas
Para mais informações sobre o selo acesse:
Atendimento Online
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